O cenário não poderia ser mais mágico: o imenso Parque Nacional Torres del Paine, no Chile, que abriga uma das cadeias montanhosas mais surpreendentes do planeta, campos de gelo, estepes patagônicas, além de espécies encantadoras, como os simpáticos guanacos e os elegantes pumas. Mas, muito além das paisagens, essa é a história de uma viagem imersiva que alia sustentabilidade genuína e um convite a conexões – humanas e com a natureza. Por isso, hospedar-se no EcoCamp Patagonia é uma experiência transformadora e inesquecível. Daquelas que fazem a gente querer voltar muitas vezes!
Desde que fundei o Viajar Verde, em 2015, o EcoCamp Patagonia está em minha lista de desejos por seu pioneirismo com as práticas sustentáveis. Fundado em 2001, por um grupo de amigos guias de turismo de aventura dedicados a verdadeiramente proteger aquela região tão frágil, ele é o primeiro hotel em domo geodésico do mundo. É também o primeiro hotel da América Latina a se comprometer com tantas práticas responsáveis, que já lhe renderam diversos prêmios e passaram a inspirar experiências no mundo todo. Elas vão da estrutura em domos, que ocupa uma área de superfície 30% menor para construção e requer 30% menos energia para aquecer ou refrescar, aos banheiros compostáveis, que contribuem para uma operação onde todos os resíduos são devidamente separados, tratados e descartados – mesmo estando em uma área remota.

Foto: EcoCamp Patagonia
Mas não pense que tudo isso diminui nosso conforto. Muito pelo contrário! O EcoCamp faz o equilíbrio perfeito entre o que tanto temos falado recentemente: conforto, experiências transformadoras e regeneração – com uma boa dose de aventura! Uma vivência onde o luxo está em detalhes, e não nos exageros, como na culinária impecável que celebra os sabores locais e a cozinha chilena (de forma sustentável, claro). Com a responsabilidade (mas também o grande privilégio) de estar localizado dentro do Parque Nacional Torres del Paine, o hotel leva a sério o compromisso de protegê-lo.
O grande propósito do EcoCamp Patagonia é conectar os viajantes à essência da Patagônia e também com eles mesmos. Não se assuste, pois, para se conectar, você será convidado a realmente desligar do mundo de fora. Aqui não há wi-fi, televisão ou outras distrações eletrônicas. E se parece um pouco assustador passar 4 ou 5 dias sem acesso à internet, eu te garanto que essa foi a melhor experiência dos meus últimos anos!
“Não temos Wi-Fi, mas você encontrará uma conexão melhor”,
EcoCamp Patagonia
Tudo no hotel é idealizado para que você se conecte de outras formas, construindo um senso de comunidade. Além das excursões serem coletivas, onde você terá a oportunidade de conviver e trocar com pessoas do mundo todo, o EcoCamp Patagonia criou espaços de convivência deliciosos para outros momentos de compartilhamento. No Domo Comunitário, os cafés da manhã, jantares e os briefings das atividades são divididos com os grupos com quem você faz os tours. No Bar é possível tomar um drink ou compartilhar momentos de música com os outros hóspedes. E há ainda o Domo de Yoga, onde as aulas de alongamento e yoga são coletivas. E o mais gostoso é que nossos guias também se divertem com a gente. Para uma viajante independente, como eu, este foi sem dúvidas um presentão!
Acima de tudo, o EcoCamp nos faz um convite para a reflexão. É impossível sair dali sem novas visões de mundo e mudanças de atitude.

Base das Torres del Paine | Foto: Ana Duék, Viajar Verde
Ecotour: por dentro das práticas de sustentabilidade do EcoCamp
O EcoCamp recebe os hóspedes com um Ecotour para mostrar, de forma criativa, algumas das iniciativas de inovação e gestão de impactos ambientais, compromisso social, preservação cultural e regeneração do destino. Poucos hotéis têm a coragem de mostrar seus bastidores. Mas quando tudo é feito de forma transparente e, claro, com motivos de orgulho, por que não mostrar?
O Ecotour é opcional (e talvez muitos hóspedes não fariam questão de participar dele se estivessem em outro lugar). Mas aqui é quase impossível não ter a curiosidade despertada para entender como seu hotel contribui para um turismo mais sustentável – e como você também vai fazer parte disso.

Raul Quintero, meu anfitrião para o Ecotour | Foto: Ana Duék, Viajar Verde
Em menos de uma hora, nosso anfitrião nos leva pelas diversas áreas do hotel, contando como funcionam o sistema de gestão de resíduos, os banheiros compostáveis, a captação de energia solar e hidráulica, e mostrando as composteiras, horta e estufa com verduras e flores, e ainda as dependências da equipe. Ele explica que todo o time também é capacitado para entender as práticas do hotel e, principalmente, como a harmonia e o bem-estar da equipe são primordiais por aqui também.

Estufa | Foto: EcoCamp Patagonia
Um dia perfeito no EcoCamp Patagonia, em Torres del Paine
Os domos são o grande cartão-postal — e também a alma do EcoCamp. As cúpulas abrigam não apenas os quartos, mas também os espaços de convivência, o restaurante, bar, a sala de yoga e até a recepção. A inspiração vem dos povos indígenas Kawésqar, que habitavam a região em abrigos em forma de domo feitos com pele de guanaco. A ideia também nasceu da proposta de se criar uma estrutura sustentável, capaz de resistir ao clima extremo da Patagônia. Além de causar impacto mínimo no ambiente, os domos podem ser removidos sem deixar vestígios no terreno — uma solução simples e genial.
São quatro categorias de domos para hospedagem. Na categoria standard, os banheiros são compartilhados, enquanto nas demais eles ficam dentro do próprio domo. Em todas as opções há calefação ou lareira a lenha e camas extremamente confortáveis — um verdadeiro refúgio depois de um dia explorando o parque.

Meu domo no EcoCamp Patagonia | Foto: Ana Duék, Viajar Verde
Logo na chegada, você é convidado a definir, junto com a equipe, a programação de passeios dos próximos dias. Se você não optou por um roteiro específico, como o W Trek ou o 9 Day Paine Circuit, terá a possibilidade de escolher suas atividades, entre opções mais leves ou mais pesadas. Pode até mesmo deixar um dia só para descansar e reenergizar, já que o EcoCamp oferece um programa wellness com aulas de yoga, massagens e terapias relaxantes.
A cada noite, antes do jantar, o grupo se reúne com o guia no Domo Comunitário para um momento de briefing, onde recebe todas as orientações sobre horários, roupas recomendadas e o que esperar da experiência. Entre petiscos e drinks, esta é também uma deliciosa oportunidade para conhecer melhor os outros viajantes e trocar histórias do dia.

Domo Comunitário | Foto: EcoCamp Patagonia
Os dias no EcoCamp começam bem cedo, com um café da manhã reforçado em estilo buffet. Tudo é muito fresco e boa parte dos alimentos é preparada ali mesmo, como os pães e bolos caseiros que saem quentinhos da cozinha. Na mesa coletiva, você tem a oportunidade de interagir com seus colegas de atividade do dia.
Como a maioria das atividades dura o dia inteiro, já no café da manhã recebemos uma lancheira retornável para montar nosso próprio almoço. Entre saladas, wraps, sanduíches, castanhas e docinhos disponíveis no buffet, cada um escolhe o que prefere levar. Além de prático, o sistema evita desperdícios e nos convida a levarmos apenas o necessário para a trilha.

Café da manhã | Foto: Ana Duék, Viajar Verde
No retorno das atividades, seguimos para uma aula no Domo de Yoga. Estava exausta e pensei duas vezes, mas acredite: foi a melhor decisão que tomei depois de voltar da trilha até a Base das Torres del Paine. No dia seguinte, acordei nova em folha e sem dores no corpo! Os dias passam voando e já é hora de tomar banho e seguir para o briefing da atividade do dia seguinte, antes do jantar.

Domo de Yoga | Foto: EcoCamp Patagonia
Você logo vai notar que a comida também recebe atenção mais do que especial no EcoCamp e o jantar é, sem dúvidas, um dos pontos altos da experiência. A cozinha prepara pratos cheios de sabor e cuidado, com ingredientes locais e valorização da culinária patagônica e chilena, sempre com ótimas opções veganas e vegetarianas. A gastronomia também não abre mão das práticas sustentáveis, como minimização de desperdício, compra de produtores locais e cultivo próprio de alimentos. Mais do que uma refeição, é quase um abraço depois de um dia intenso na natureza. E a prova de que ecogastronomia também tem muito sabor!

Jantar no EcoCamp | Foto: Ana Duék, Viajar Verde
Atividades no Parque Nacional Torres del Paine e arredores
As atividades são a base e essência da experiência no EcoCamp. Elas são desenhadas com todo carinho para que os viajantes sintam realmente a conexão com a natureza e a cultura patagônicas, com guias super capacitados, protocolos de segurança, atividades para diferentes níveis de exigência física e priorizando sempre grupos pequenos. Dependendo do roteiro escolhido, elas estão todas incluídas no pacote. Viajantes mais aventureiros, por exemplo, costumam optar pelo desafiador Circuito W (de 7 ou 5 dias) ou amantes da vida silvestre podem focar no Patagonia Puma Tracking.
Meu roteiro foi o Wildlife Safari (que pode levar entre 4 e 7 dias) e é ideal para quem quer desvendar diversos lugares do Parque Nacional Torres del Paine e arredores com atividades diferentes a cada dia. O EcoCamp oferece um menu de experiências incríveis que inclui as trilhas mais icônicas e outras não tão famosas, além de um dia de estância, visita ao Glaciar Grey e passeios de barco. Ou seja, embora a aventura seja o foco principal, é possível encontrar opções de atividades para pessoas com mais ou menos preparo físico.
Trekking Base Torres del Paine
No meu primeiro dia de aventura, fiz o trekking até a base das Torres del Paine, uma das experiências indispensáveis da região, mas também uma das mais desafiadoras entre as atividades de um dia. Achei ótima a opção de começar com ele, pois não sei se nos próximos dias estaria com a mesma disposição. Como aqui não é necessária aclimatação, essa pode ser uma boa opção. A única desvantagem é que essa é a experiência mais marcante e talvez você prefira fechar a viagem com chave de ouro, deixando-a para o final.
São 22 km de trilha (ida e volta) com algumas subidas mais íngremes. Na subida extensa inicial cheguei a pensar em desistir, quando me dei conta de que ainda faltariam mais de 16 km! Mas todo o esforço é recompensado com as paisagens incríveis durante o trajeto e, principalmente, quando alcançamos a base das famosas Torres del Paine, abraçadas pela lagoa de águas turquesas.

Trekking Base Torres del Paine | Foto: Ana Duék, Viajar Verde
O mais incrível de fazer o trekking até a Base das Torres saindo diretamente do EcoCamp Patagonia é já começar a caminhada dentro do Parque Nacional Torres del Paine. Além de evitar as cerca de duas horas de deslocamento de carro para quem parte da cidade mais próxima, Puerto Natales, o EcoCamp está praticamente na entrada da trilha e nos poupa também mais um quilômetro para quem vem do centro de visitantes. Como acordamos cedo, somos os primeiros a entrar na trilha e a alcançar as torres.
Levamos quase 10 horas para fazer o percurso (há quem faça em 8h), mas fizemos paradas estratégicas para descanso, lanches e muitas fotos. Tivemos a grande sorte de pegar um tempo incrível (o que é um dos maiores desafios da Patagônia) e encontrar as Torres sem nuvens e com um céu azul brilhante atrás. Que honra!

Base das Torres del Paine | Foto: Ana Duék, Viajar Verde
Trilha Mirador Cuernos
Na manhã do segundo dia de atividades, escolhi fazer a trilha até o Mirador Cuernos, uma caminhada mais curta e quase sem desnível, mas extremamente recompensadora. São 6,4 km (ida e volta) por uma trilha de nível moderado. O caminho começa no Salto Grande, uma imponente cachoeira de 15 metros de altura, e termina em um mirante panorâmico com vistas espetaculares dos Cuernos del Paine, do Lago Nordenskjöld e do Vale Francês.
Era uma trilha que, inicialmente, me pareceu sem graça, mas foi se revelando encantadora ao longo do percurso. No caminho, observamos diversas flores que compõem a estepe patagônica, atravessamos paisagens variadas e belíssimas e enfrentamos um pouco do famoso vento da região. A recompensa final é a vista privilegiada de alguns dos picos mais impressionantes do Maciço Paine — os Cuernos (Chifres) del Paine.

Trilha Mirador Cuernos, Torres del Paine | Foto: Ana Duék, Viajar Verde
Trilha Mirador Condor
Depois do almoço, partimos para a trilha do Mirador Cóndor, uma caminhada curta, mas com uma subida constante que faz o coração acelerar logo nos primeiros minutos. O caminho segue por uma encosta aberta, sem muita vegetação, o que significa vistas amplas praticamente o tempo todo. À medida que ganhamos altitude, o Lago Pehoé aparece em tons intensos de azul, contrastando com os picos do Maciço Paine ao fundo.
A trilha não é longa, são 2,6 km de ida e volta, mas a subida íngreme, o vento patagônico e o cansaço do dia anterior deixam o percurso mais desafiador. No topo, o esforço é rapidamente recompensado por um mirante de 360 graus que revela alguns dos cenários mais emblemáticos do Parque Nacional Torres del Paine. Dali, é possível observar o Lago Pehoé, o Lago Nordenskjöld e novamente os Cuernos del Paine. A trilha não leva esse nome à toa. Esse é o lugar ideal para avistar o majestoso condor-andino e fomos abençoados de observar o voo de dois deles bem acima de nós.

Trilha Mirador Condor, Torres del Paine | Foto: Ana Duék, Viajar Verde
Práticas de sustentabilidade que fazem do EcoCamp um pioneiro
Em entrevista para Mike e Annie Howard, do Honey Trek, os fundadores do EcoCamp explicaram:
“No EcoCamp, a sustentabilidade não é uma estratégia de marketing; é literalmente a base sobre a qual fomos construídos. Desde o primeiro dia, em 2001, o EcoCamp foi concebido como um projeto de baixo impacto dentro de um vasto e frágil ecossistema. Essa decisão inicial de projeto norteou tudo; permitiu-nos estabelecer o padrão ambiental ao qual os hóspedes se adaptam, em vez de adaptarmos nossa operação às noções tradicionais de conforto. Ao longo dos anos, muitos acampamentos ao redor do mundo se inspiraram na arquitetura em forma de cúpula do EcoCamp. Mas poucos compreenderam o que realmente importava: a filosofia de design ambiental por trás dela. As cúpulas são apenas a expressão estética; a verdadeira inovação reside na leveza com que nos permitem viver em harmonia com a natureza”.

Paineis para aquecimento da água | Foto: EcoCamp Patagonia
Conheça algumas das práticas de sustentabilidade que tornam o EcoCamp, até hoje, pioneiro e inovador em todo o mundo:
🌿 Arquitetura de baixo impacto: os domos e passarelas suspensas foram projetados para interferir o mínimo possível no ambiente, permitindo que o solo e a vegetação se regenerem naturalmente.
☀️ Energia renovável: quase 100% da energia do hotel vem de fontes limpas, como painéis solares e uma pequena hidrelétrica.
🚽 Banheiros compostáveis: o EcoCamp utiliza banheiros secos que transformam resíduos em composto orgânico, convertendo rejeitos humanos em adubo.
♻️ Gestão responsável de resíduos: todo o lixo é minimizado, separado e tratado. Resíduos orgânicos são compostados e recicláveis são destinados a cooperativas.
🔄 Reaproveitamento circular de materiais: uniformes antigos, toalhas e cortinas ganham novos usos ou são transformados em outros produtos, prolongando a vida útil dos materiais e reduzindo o desperdício.
🚫🥤 Política de plástico zero: o uso de plásticos descartáveis foi praticamente eliminado. Durante as trilhas, os hóspedes recebem lunch boxes reutilizáveis e são incentivados a usar garrafas de água pessoais.
🥕 Gastronomia sustentável: o restaurante prioriza ingredientes locais e sazonais, produzidos localmente ou provenientes de produtores da região. Valoriza alimentos plant based e trabalham a redução de desperdícios.
🤝 Compromisso com a comunidade local: grande parte da equipe vem de cidades próximas, como Puerto Natales e Punta Arenas, e o hotel prioriza fornecedores regionais, fortalecendo a economia local.
🧶 Valorização do artesanato regional: objetos decorativos e souvenirs vendidos no hotel são produzidos por artesãos patagônicos, ajudando a preservar saberes tradicionais e gerar renda para a comunidade.
🌎 Parcerias socioambientais: o EcoCamp colabora com projetos de conservação e educação ambiental, além de apoiar iniciativas de restauração e limpeza no parque.
♿ Turismo mais inclusivo: em parceria com organizações como a Wheel the World, o hotel oferece equipamentos como a cadeira de trilha Joëlette, permitindo que pessoas com deficiência também possam explorar o parque.
🇨🇱 Preservação cultural: as experiências e os guias ajudam a contar a história da Patagônia, apresentando tradições locais, a cultura dos baqueanos e as raízes indígenas da região.
Mais do que um hotel sustentável, o EcoCamp Patagonia ajudou a redefinir o que significa se hospedar em um dos lugares mais remotos e especiais do planeta de forma consciente e com mínimo impacto. Ao invés de adaptar a natureza às expectativas tradicionais de conforto, a proposta sempre foi o contrário: convidar os visitantes a ajustarem seu ritmo ao do território. O resultado é uma experiência que mostra que é possível viajar, se encantar e, ao mesmo tempo, proteger os lugares que tornam essas jornadas tão extraordinárias.
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Como chegar no EcoCamp Patagonia
O EcoCamp Patagonia está localizado dentro do Parque Nacional Torres del Paine, no sul da Patagonia chilena, na região de Magallanes. A maneira mais fácil de chegar é voando de Santiago até Punta Arenas ou Puerto Natales – a cidade mais próxima do parque, localizada a aproximadamente duas horas de distância. Ambas recebem voos regulares de Santiago.
Para facilitar a logística, o próprio EcoCamp oferece transfers terrestres que buscam você na porta do seu hotel em Punta Arenas ou Puerto Natales.
Quando ir para Torres del Paine e para o EcoCamp Patagonia
O EcoCamp Patagonia funciona normalmente entre setembro e o início de maio. Durante o inverno patagônico (de maio a agosto), muitos hotéis e serviços fecham por causa do frio intenso e da dificuldade logística dentro do Parque Nacional Torres del Paine.
A alta temporada (verão) vai de dezembro a fevereiro, quando os dias são mais longos, mas também pode haver mais vento e trilhas cheias. Para uma experiência mais tranquila, vale priorizar os meses de outubro e novembro ou março e abril, quando o parque costuma estar mais vazio e as paisagens são espetaculares — com flores na primavera ou cores douradas no outono.
Como a procura é alta e o número de domos é limitado, o ideal é reservar com bastante antecedência para garantir disponibilidade.
Viajei a convite do EcoCamp Patagonia
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